Página Inicial | Directório Regional | Serviços de Extensão | Serviço Cooperativo | Notícias | Tempo | Fórum | Agenda | Mapa do Site
ESPIGUEIRO - Central de Informações Regionais    
  Procurar em Directório Regional Notícias Adicionar aos Favoritos |
detalhe gráfico
SERVIÇOS ON-LINE  
BOLSA DE EMPREGO  
DIRECTÓRIO REGIONAL  
Comunicação Social » 
Cultura » 
Empresas e Serviços » 
Ensino e Investigação » 
Internet » 
Região » 
Sociedade » 
Turismo e lazer » 
SERVIÇOS DE EXTENSÃO  
Câmaras Municipais »  
Comunidade Emigrante »  
DRATM »  
Eira »  
Espiguinha »  
GeoEspigueiro »  
Portal Utente Hospitalar »  
Outras Entidades »  
SERVIÇO COOPERATIVO  
O que é o SCETAD »  
Apoio às Escolas »  
Como utilizar os Serviços »  
Gab. Apoio ao Cidadão »  
Extensão Autárquica »  
Informações Regionais »  
Portal Utente Hospitalar »  
   
Sobre acessibilidade »  
A sua opinião conta »  
  NOTÍCIAS detalhe gráfico detalhe gráfico detalhe gráfico MAILLING LIST  
detalhe gráfico
Foto da notícia 'Ambulâncias sem tracção atrasam socorro'
24-12-2009 
Ambulâncias sem tracção atrasam socorro
Falta de ambulâncias todo-o-terreno põe em causa auxílio em dias de neve e gelo

Sem tracção, as ambulâncias são paradas pelo gelo e neve. Na segunda-feira, em Montalegre, a do INEM ficou atravessada na via quando ia socorrer uma vítima de enfarte. Os bombeiros de Vidago transportaram doente em carro de incêndio.

No Alto Tâmega, só os Bombeiros de Montalegre possuem uma ambulância todo-o-terreno. À falta de veículos com tracção, os restantes concelhos desta sub-região transmontana improvisam com carros de combate a incêndios e com jipes do comando. Em Montalegre, o veículo foi adquirido pela Câmara e é uma espécie de anjo da guarda em dias de neve e gelo, como o de ontem. Foi graças a esta ambulância que foi possível prestar assistência a um doente da aldeia de Cepeda que, ontem, às 6 horas, foi vítima de um enfarte. A Ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV), do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), que ia prestar socorro, ficou atravessada na estrada, por causa do gelo e da neve que havia. Aliás, a mesma ambulância já às 4 horas tinha sentido dificuldade em prestar socorro a um doente de Vilar de Perdizes que teve uma paragem cardio-respiratória. Em muitas ruas não conseguia subir. Ao que o JN conseguiu apurar, no gelo e no paralelo, as correntes com que estão equipadas de pouco adiantam, para além de que partem com "facilidade". Foi o que aconteceu na nevada da semana passada, em que as correntes ficaram danificadas.

"Nestes dias de neve e gelo tem sido a ambulância todo-o-terreno que tem garantido a assistência a toda gente", confirmou, ao JN, o comandante dos bombeiros de Montalegre, David Teixeira. Confrontado com as dificuldades de movimentação do veículo em dias de neve e gelo, o gabinete de comunicação do INEM alegou que "não existem ambulâncias de Suporte Imediato de Vida com tracção às quatro rodas em sítio nenhum do país porque elas não existem. Admito que possam ser 'kitadas'", disse, ao JN, Raquel Leal, garantindo, por outro lado, que foram distribuídas correntes a todos os veículos e que esta solução "é mais eficaz". "As ambulâncias com tracção às quatro rodas têm outras desvantagens durante o resto do ano: são mais pesadas, mais lentas e consomem mais", argumentou, afiançando "que se contam pelos dedos das mãos as vezes que as ambulâncias ficam inoperacionais por causa do tempo".

Os bombeiros pensam de forma diferente e só não compram ambulâncias todo-o-terreno por falta de dinheiro. "Não acham que é uma vergonha um doente, ou um ferido, ter que ser transportado numa viatura de incêndio, sem quaisquer condições para o efeito, até ao sítio onde uma ambulância possa chegar, como aconteceu nos últimos dias em Vidago", questionavam, em jeito de desabafo, os bombeiros vidaguenses, na página da "net" da corporação.

Ao JN, o presidente, Francisco Oliveira, lembrou que o problema é comum em toda a região. "A nossa missão é prestar socorro e fazê-mo-lo com o que temos". Em Boticas, passa-se a mesma coisa. Sem ambulância com tracção às quatro rodas, a corporação usa o carro do comando (jipe). "Já ponderamos comprar uma, mas não temos verbas. Há vinte anos que não recebemos nenhuma ambulância. As últimas duas que comprámos, uma a direcção recorreu a um empréstimo e a outra foi oferecida pelos comerciantes do concelho", revelou o presidente dos bombeiros, Fernando Queiroga. Em Vila Pouca de Aguiar, o presidente dos Bombeiros, José Quinteiro, garante que a compra de uma ambulância com tracção está a ser "ponderada".

 
Fonte:JN
 
Retroceder | Imprimir notícia | Enviar a um amigo
 
detalhe gráfico
 
Receba informação sobre o Espigueiro.pt no seu e-mail.
E-Mail
Subscrever »
-- detalhe gráfico --
detalhe gráficoNOTÍCIAS DESTE DIA 
 detalhe gráfico
24-12-2009
Operação Natal: 405 acidentes no primeiro dia, mais 86 do que em 2008
detalhe gráfico
24-12-2009
Autarcas criticam hospital de Chaves
detalhe gráfico
Ver Arquivo »
detalhe gráfico
detalhe gráfico COLABORAR  
detalhe gráfico
A sua informação é importante. Se quiser divulgar alguma notícia ou evento da sua região no Espigueiro.pt, este é o local onde o poderá fazer.
Veja como colaborar »
detalhe gráfico
    detalhe gráfico
  NOTÍCIAS detalhe gráfico
  detalhe gráfico
detalhe gráfico
© 1999-2003 Espigueiro - Central de Informações Regionais. Todos os direitos reservados.
Design e Implementação: CI UTAD.
Optimizado para 800x600.
  SCETAD - Trás-os-Montes Digital | POSI - Programa Operacional  Sociedade da Informação | Portugal Digital | União Europeia - FEDER | Este site é Acessível. Obtenha mais informações  
detalhe gráfico
detalhe gráfico